1ª formação do grupo
Lançado o mote pela actividade na referida Viagem Medieval, e dada a já larga experiência dos elementos do grupo nasceu, naturalmente, a vontade de amadurecer a ideia e formar um grupo que se dedicasse à musica medieval em geral, surgindo, assim, o Grupo Hai-Luz.
”…e por baixo de a porta hai-luz…”
A direcção musical do grupo está a cargo do Professor Zeca Afonso, responsável também pela recolha das músicas.
São actualmente 9 os elementos do grupo:
Daniel e Zequinha – Percussão , Darbuka, Qarkabeb, Bendhir, Bombo, etc.
Dulce e Inês – Flautas e vozes
Fernando Mokka – Violino, rabeca, voz e gaita-de-foles
Kim – Gaita-de-foles, flautas, bandolim e percussões.
Manel Lima- Bandoloncelo, bandola e percussões.
Zé Lima – Bandoloncelo, bandolim e gaita-de-foles.
O Zeca Afonso – Alaúde, bandoloncelo, bandolim, bandola, gaita-de-foles, percussões, além de director e responsável pelos ensaios do grupo.
Estes executantes, que já se apresentavam em eventos medievais, ora per si, ora em outras formações, propõe-se explorar os vastos domínios da música medieval. É um género que tem vindo a ganhar um crescente auditório também mercê das muitas feiras medievais que se fazem um pouco por todo o país.
Construção de instrumentos
Alguns elementos do grupo dedicam-se à construção e adaptação de instrumentos de forma a enriquecer a sonoridade e a imagem do grupo em relação à temática medieval.






Todos esses são instrumentos tradicionais portugueses de raiz popular adaptados de forma a terem um “ar” medieval. Não são de forma alguma réplicas de instrumentos medievais.
Génese
Para responder a um convite efectuado pela Associação Gólgota, que pretendia um grupo que se encarregasse da animação das noites da Viagem Medieval de Santa Maria da Feira edição de 2006, reuniram-se, de uma forma “ha-doc”, cerca de dez elementos que rapidamente prepararam algumas músicas e danças do séc. XII e XIII, nomeadamente Cantigas de Santa Maria de Afonso X, danças e rondas da idade média.
O esforço de recrear as sonoridades e ambiências da idade média, foi largamente compensado com o constatar que o publico facilmente aderia à festa e se envolvia em danças e bom convívio, transformando a “Taberna dos Gólgota”, num espaço simultaneamente lúdico, festivo e familiar.







